“Vampires of the Velvet Lounge” mistura horror, humor e estética retrô em nova aposta do cinema independente

O diretor e roteirista Adam Sherman retorna ao gênero do terror com “Vampires of the Velvet Lounge”, produção independente que combina horror, comédia e referências ao cinema exploitation das décadas de 1970 e 1980. Distribuído pela Strand Releasing, o longa reúne um elenco de nomes conhecidos do público, como Mena Suvari, Stephen Dorff, Dichen Lachman, India Eisley, Rosa Salazar, Tyrese Gibson e Tom Berenger.

A trama acompanha um grupo de vampiras liderado pela lendária Condessa Elizabeth Báthory, que utiliza aplicativos de relacionamento para atrair vítimas a um misterioso bar de absinto. O plano, entretanto, é colocado em risco quando uma caçadora de vampiros se infiltra no grupo, desencadeando uma sequência de confrontos marcados por violência estilizada, humor ácido e elementos sobrenaturais.

Visualmente, o filme aposta em uma fotografia dominada por tons avermelhados, maquiagem carregada e atmosfera inspirada nos clássicos filmes B, reforçando sua proposta de homenagear o terror de baixo orçamento que se tornou cult ao longo das últimas décadas. O cartaz oficial já evidencia essa identidade, destacando cenas de ação, vampiras ferozes e um visual que remete às produções grindhouse.

Com aproximadamente 105 minutos de duração, Vampires of the Velvet Lounge estreou em circuito limitado nos Estados Unidos em março de 2026. A recepção inicial da crítica foi dividida: enquanto alguns elogiaram a identidade visual e a proposta irreverente, outros apontaram limitações no desenvolvimento do roteiro. Ainda assim, a produção desperta interesse entre os fãs do horror independente e daqueles que apreciam filmes que equilibram violência gráfica, humor e referências ao cinema de gênero.

Sem a pretensão de reinventar o universo dos vampiros, Vampires of the Velvet Lounge aposta no entretenimento e na nostalgia para oferecer uma experiência voltada ao público que aprecia produções estilizadas, personagens excêntricos e uma narrativa que abraça o exagero como parte de sua identidade.

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